segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Megadeath, famosa banda secular de rock pesado, afirma: “Nosso sucesso é abençoado por Deus”
O músico David Ellfson, baixista da banda Megadeath, um dos mais famosos grupos de rock pesado do mundo, expôs em recente entrevista vários aspectos sobre suas convicções religiosas e sobre sua fé. Ele, assim como Dave Mustaine, vocalista da banda, são declaradamente cristãos e têm aplicado parte de seu tempo ao estudo da Bíblia. Ellfson se mostra entusiasmado com as descobertas. “Aprenderei o que eu puder sobre a história da igreja e as descobertas de Martinho Lutero, da lei do Antigo Testamento e Novo Testamento ao evangelho de Cristo.”
Em entrevista ao “Raleigh Evangelical Examiner” sobre seus estudos, afirmou estar se divertindo com o aspecto educativo de sua jornada para se tornar pastor. Ellefson falou também de como a religião é vista pelos jovens atualmente e de seu papel nas mudanças da igreja. Disse ainda:" Acho que todos nós somos atraídos para a palavra de Deus, mas não temos certeza sobre a igreja de nossa juventude, como é antiquada e parece culturalmente irrelevante para nós. Então, minha esperança é que com uma descoberta moderna podemos aplicar a palavra de Deus mais universalmente para todos nós, mesmo nós do rock n’ roll!”.
O músico já vem manifestando há algum tempo sua intenção de se tornar pastor luterano. “Estudei muito nos últimos anos e faço muitos trabalhos dentro da igreja, mesmo quando estou na estrada. É algo que realizo por paixão. Quando o programa me foi oferecido pelo pastor, achei que seria uma grande oportunidade de tocar música e ainda desenvolver minha fé em oportunidades futuras a serviço de Deus”.
Sobre o sucesso do Megadeth e a resistência conflituosa que ainda existe em relação a um cristão que toca em uma banda Heavy Metal secular, David Ellfson afirmou que isso pode ser visto como um problema para outras pessoas. “Algumas pessoas podem ter objeção por eu fazer parte do mainstream. Mas essa é a vida que recebi de Deus”. O músico ainda afirma “O nosso sucesso é abençoado por Deus”.
O baixista falou também o quanto tem aprendido sobre a Bíblia com Dave Mustaine. “Eu aprendi um pouco com ele ao longo dos anos. Eu acho que o seu entendimento de Moisés é superior ao que o meu costumava ser”.
Quando perguntado se ele e o companheiro de banda, Dave Mustaine, que também é cristão, debatem sobre diferenças teológicas, ele afirmou: “Dave e eu nunca debatemos as escrituras, mas estudamos juntos. Dave é realmente muito bem versado na Bíblia e lê, especialmente, o Antigo Testamento”.
Ele ressaltou ainda a importância das diferenças de opiniões, que surgem nas conversas, para seu crescimento no estudo bíblico: “É justo que cada um de nós traga algo diferente para as nossas discussões. Eu acho que a beleza da escritura é irrefutável, se você realmente estudá-la como está escrito, e não tentar embaralhá-la para caber na sua vida”.
O músico rejeita o título de banda cristã mas fala da influência do cristianismo na produção artística do grupo: “Eu não vejo o Megadeth como uma banda cristã, mas sim uma banda que tem cristãos. Nós usamos conceitos das Escrituras nas nossas músicas por anos”.
Fonte: Gospel+
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"Desculpem pela forma como a Igreja trata vocês”.
Durante a Parada do Orgulho Gay em Chicago, um grupo de cristãos foi ao evento vestido com camisetas que tinham a frase “I’m Sorry” (Me desculpe, em inglês) e cartazes dizendo “Desculpem pela forma como a Igreja trata vocês”.
Um dos maniestantes do grupo cristão, Nathan, afirmou que recebeu um abraço de um rapaz que dançava só de cuecas, mas que parou, leu o recado nos cartazes e disse: “Obrigado”, segundo informações do site “Babado Certo”. A imagem do abraço percorreu o mundo através das redes sociais.
A postagem original, no site Imgur, uma espécie de rede social para imagens, recebeu mais de dois milhões de visualizações.
Nathan ressaltou que a atitude tomada por ele e seu grupo foi inspirada na compaixão de Jesus para com as pessoas:“Infelizmente, a maioria dos cristãos prefere julgar, em vez de procurar compreender. A maioria não vai nem saber se essa pessoa dançando de cueca tem um nome. No entanto, acho que Jesus também o abraçaria. Mais do que a aceitação, é a reconciliação. Falar sobre reconciliação é lembrar dos erros cometidos. É algo forte e transformador pois dois partidos contrários e que possuem todo direito de se odiar, se unem para o bem de todos”, refletiu o manifestante.
Fonte: Gospel+
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Conheça a “Capital Augusta”
Uma igreja sem templos e com uma liturgia nada tradicional avança em um território tomado por estabelecimentos que oferecem os mais variados tipos de serviços: desde bares e baladas até prostíbulos.
A Rua Augusta, em São Paulo, é reduto de manifestações culturais alternativas e locais que são freqüentados por pessoas que buscam prazer e diversão. Nesse ambiente incomum para uma igreja, porém terreno fértil para a pregação do evangelho, que a Igreja Capital Augusta surgiu. “A Rua Augusta já fazia parte das nossas vidas antes, a gente saía por aqui. Nada mais lógico do que fazer alguma coisa por aqui também. É uma rua como qualquer outra, só que é mais divertida. Então pensamos: por que não abrir esse esquema para mais pessoas? Fazer no vão do MASP é uma maneira prática de dizer que a igreja não é o lugar, não é o prédio, nem a rua, mas sim onde as pessoas estão”, explica Guilherme Menga, um dos fundadores da Capital, que às vezes utiliza o vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP) para fazer seus cultos.
Em outras oportunidades, a Igreja paga uma diária para uma boate, para poder usar o espaço e realizar a celebração. No dia que a reportagem da revista Void esteve no local, o pastor Junior Souza, professor de Teologia na Faculdade Metodista Livre de São Paulo, explicava aos presentes que a próxima reunião não seria na boate: “A grana do aluguel vai para a nossa amiga Ane e sua família. Ela está com câncer e iremos ajudá-la. Somos uma comunidade para isso também”, afirmou Souza. Os valores arrecadados pela igreja também são usados para auxiliar serviços sociais e missões ligadas ao cristianismo.
O público que frequenta a igreja é formado por jovens, em sua maioria, profissionais ligados à comunicação, que se vestem informalmente, e usam piercings, brincos e tatuagens. “Senhor, quero conhecer a tua glória e o teu poder”, canta o vocalista Sidney Silva, 31 anos, acompanhado por uma banda que comanda o momento de louvor, feito com canções próprias e com músicas do Ministério Vineyard.
Sidney, aliás, é um dos que possuem uma história mais antiga com igrejas: “Estou aqui desde o começo. A principal diferença para as outras é a liberdade de ser quem eu sou. Não que as outras pelas quais eu passei tenham sido ruins, pelo contrário, me ensinaram muita coisa. Porém passaram muito mais o lance de ter que colocar uma máscara, de ter que ser meio fantoche e viver com um sorrisinho na cara, mais regrado, do tipo ‘lá fora eu posso ser quem eu sou, mas aqui dentro tenho que ser como eles querem’. E isso pesava um pouco, pois não fazia nenhum sentido. Ser livre é ser como eu sou, e Deus me aceita como eu sou, só que muitas igrejas pregam o contrário. E o legal da Capital é que aqui a gente consegue ser livre. Todo mundo é igual, seja pastor, músico ou membro. Isso é o bacana”
O slogan da igreja, “Proibido Pessoas Perfeitas”, retrata o espírito de sinceridade que os líderes da igreja pretendem transmitir a quem chega. “Comece a conversar com quem está ao seu lado, pergunte por que ele ou ela está aqui”, incentiva o pastor.
O trabalho da Igreja Capital Augusta é complementado durante a semana, onde os frequentadores se dividem em grupos menores, que se reúnem nos lares e conversam sobre o que ouviram nas mensagens, ou sobre dúvidas que tem a respeito da Bíblia.“Nessas reuniões, é o momento para sentar e conversar, ver se ficou alguma dúvida sobre os cultos. Vão sempre entre 10 e 15 pessoas e rola aquela preocupação em saber se o outro está bem, se está precisando de alguma coisa. É mais pessoal. A gente acredita em relacionamentos e é uma oportunidade que temos para exercer isso”, explica Guilherme Menga, que surpreende ao contar detalhes da forma como a igreja se organiza: “Não tem hierarquia ou cargos, a gente faz o que precisa ser feito, independente de quem você é. Está disposto? Então vai lá e faz. De vez em quando, dividimos as pregações e abrimos para mais gente, não é só o pastor que fala”.
A Capital ficou conhecida através das mídias sociais, que impulsionaram a igreja e fizeram atingir o público alvo. Um exemplo desse caso é Douglas Pimentel, 23 anos, frequentando a inusitada igreja há um ano e meio, depois de ter visto um vídeo da igreja: “Eu nasci no meio evangélico, meus pais iam direto na Assembléia de Deus. Eu comecei a frequentar até a hora que não deu mais. Bermuda era mal vista, não tinha como seguir lá. Aí com 15 anos eu montei uma banda e fiquei um bom tempo fora da igreja, embora nossa banda tivesse uma temática de oferecimento, de louvor. Ficamos assim até achar um lugar que a gente se identificasse, como a Capital. Aqui é livre, não rola preconceito”. Ele ressalta a liberdade cultural que é oferecida pela Igreja Capital Augusta: “Não é a questão do rock ou do samba, é uma questão cultural. A forma como você entende é a forma que você vai louvar, vai adorar. É por aí”.
Sobre o tema mais polêmico dentro de um ambiente com jovens cristãos, a Capital apresenta um discurso mais flexível. Sexo é tratado como um assunto que deve ser levado a sério, porém discutido abertamente. “Em primeiro lugar, a sexualidade não é o nosso foco, pois estamos interessados nas pessoas. Mas a Bíblia é cheia de recomendações e uma delas é a de que o sexo é uma expressão de nível de intimidade maior. Existem diversos níveis e o ideal é que eles ocorram dentro de uma aliança de compromisso, o casamento. Mas cara, no fim das contas, a escolha é sua. Todo mundo é aceito aqui, a gente vai respeitar a escolha de cada um. Quanto ao homossexualismo, a gente acha que o ideal é sempre entre um homem e uma mulher. Nós não somos uma igreja gay, mas também não somos uma igreja heterossexual. Não acreditamos que é doença, nem que é espírito, nem que é escolha. Todo mundo é bem-vindo aqui, e ninguém é perfeito, a começar por nós”, diz Guilherme Menga.
Como o público é feito de jovens e o assunto sexo sempre atrai outros temas, Menga também fala sobre bebidas, que são aceitas pela igreja, desde que não seja um vício: “A Bíblia fala claramente: não se embriague, não exagere. Conheça o seu limite, e cada um sabe qual é o seu. A gente sabe o que faz mal”, frisa Guilherme.
Fonte: Gospel+
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Razões porque as pessoas não vão à igreja
Um vídeo que incentiva as pessoas a irem à igreja foi traduzido e legendado por um brasileiro, e transformou-se em um hit na internet.
Intitulado “Razões porque as pessoas não vão à igreja”, o vídeo possui depoimentos de pessoas que argumentam porque não vão à igreja, e as respostas de gente que tinha os mesmos motivos para não ir, mas passaram a ir.
A ideia surgiu como uma proposta de divulgação, uma espécie de marketing para atrair pessoas à Igreja na época da Páscoa, em 2009. O grupo Central Christian, da cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos produziu o vídeo e distribuiu entre os membros, para que estes enviassem a amigos e parentes.
Segundo o The Christian Post, o diretor de criação responsável pelo vídeo, Justin Jackson, afirmou que “quando as pessoas dizem, ‘Igreja é um lugar com um bando de hipócritas’, eu simplesmente digo: ‘há sempre lugar para mais um’”.
A motivação para criar o vídeo veio do incômodo que sentiam por sempre ouvirem as desculpas dadas pelas pessoas quando as convidavam para visitarem suas igrejas. Agora, traduzido para o português, o vídeo se tornou conhecido através das mídias sociais e surpreendeu o criador com a repercussão: “Ele continua a ser visto, comentado, refeito e até traduzido. Estou emocionado e agradecido por tantas pessoas e igrejas que foram afetadas por esta ideia simples. Minha esperança é que mais e mais pessoas vão deixar de lado suas objeções à igreja e simplesmente encontrar Cristo”.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Com Cristo à Mesa para Jantar
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Na Adhonep você terá a oportunidade de participar de programações inesquecíveis. Encontros sofisticados em lugares de requinte. O bom gosto e qualidade a serviço de sua família. O ambiente que você sempre buscou entre os mais bem-sucedidos empresários, profissionais liberais e autoridades civis e militares. Eventos de alto nível para pessoas de primeira classe. Você participará de jantares, chás, coquetéis, reuniões, cafés da manhã e palestras extraordinárias. Sua vida será enriquecida em todos os sentidos. Na Adhonep você tem a chance de conhecer homens e mulheres de sucesso, atletas, artistas, grandes industriais, empreendedores e os mais respeitados executivos!
Fundada em 1952 pelo empresário Demos Shakarian, americano descendente de armênios, a Adhonep foi criada para fortalecer valores através da sinergia entre empresários, autoridades e homens que compartilham experiências de sucesso. No Brasil começou de forma efetiva em 1982, na liderança do empresário e Presidente Internacional Custódio Rangel Pires. Seu empenho e grande zelo fizeram da Associação uma grande força no país e também em toda América Latina. Ao seu lado, Aracy Silva Rangel começou o trabalho do Apoio Feminino como Coordenadora Nacional e Rozane Rangel Cunha deu início aos projetos editoriais, preparando as revistas A Voz e Resposta e demais publicações.
Hoje, são mais de 1.000 Capítulos no Brasil, e dezenas de Capítulos nas Américas, África, Ásia e Europa. Todos eles, com suas próprias diretorias compostas de empresários, realizam jantares, encontros, reuniões, almoços e cafés da manhã nos melhores hotéis, clubes e restaurantes.
Os melhores hotéis e restaurantes abrem seus espaços para eventos da Associação, sempre repletos de atrativos. Porque a Adhonep é “Classe A”. Programações de alto nível para pessoas de grande estilo, sempre num ambiente saudável e relevante, com requinte e muito bom gosto, preparado para pessoas especiais como você.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Pescando ALMAS nas RUAS...
A BANDA PESCADORES DE ALMAS
Pescando aonde DEUS mandar...
A Banda Pescadores de Almas ta na estrada desde 1994. Suas músicas são marcadas por uma mensagem forte e direta, com um som bem alternativo misturando Hardcore e Nu Metal.
A preocupação principal desde o início tem sido com as vidas que se perdem, por isso, as letras são de cunho social e espiritual, apontando a solução para o caos dos nossos dias, dentro do contexto da Fé em Cristo Jesus.
No ano de 2003 lançaram o primeiro CD com o título "JESUS, SOLUÇÃO PRA VOCÊ”. Ficou maneiro, foi feito de forma independente, porém criativa, onde se pode encontrar muito rock, reggae e hardcore!!!
Em 2007 lançamos o nosso segundo CD com o título “TUA FALTA”, com um contexto devocional e que foi lançado pelo selo SL Music com 13 faixas misturando sempre o bom Hardcore e o Nu Metal.
A Banda Pescadores de Almas é um ministério que usa a música como forma de evangelhismo e de adoração a Deus.
FORMAÇÃO
ROGÉRIO – GUITARRA
ANSELMO – GUITARRA
REGINALDO – BATERIA
FUMAÇA – BAIXO
DUDU - VOCAL
A JESUS TODA A HONRA, O LOUVOR E A GLÓRIA PARA TODO O SEMPRE!
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