terça-feira, 27 de março de 2012

Missão SAL resgata prostitutas, travestis e drogados da “cracolândia”


 
A Missão SAL é uma instituição cristã que foi fundada no ano de 2007, na cidade de Santo André – São Paulo. Salvação, Amor e Libertação, são os princípios que fundamentam a missão, com o objetivo de alcançar pessoas excluídas pela sociedade, principalmente nos grandes centros urbanos. Prostitutas, homossexuais, travestis e drogados da “cracolândia” são alcançados pelo trabalho da missão.
Paulo Capeletti é o articulador do grupo, que atualmente atua em várias áreas , desde trabalhos de evangelismo com moradores de rua em Santo André aos drogados da “cracolândia” em São Paulo. O grupo realiza missão integral, que não visa somente o assistencialismo, mas acreditam no Resgate, Restauração e Reintegração do homem à sociedade através do evangelho integral.
O processo de reintegração se dá na casa Comunidade Nova Chance, onde as pessoas passam a conviver em um ambiente familiar, sendo tratados com amor e respeito, diferente do ambiente hostil das ruas. Atualmente, as pessoas mais atendidas são moradores de rua e profissionais do sexo (travestis e prostitutas). Hoje a missão conta com mais de 30 pessoas residindo na casa Comunidade Nova Chance.
As pessoas atendidas pela missão são na maioria moradores de rua e profissionais do sexo (travestis e prostitutas). Estes enfrentam barreiras morais para chegarem até Jesus pois nossas igrejas não estão preparadas para recebê-las. Comunidade Nova Chance: Atualmente as pessoas interessadas têm na casa Comunidade Nova Chance uma oportunidade de trans formação e mudança. A casa procura ser família com eles através do convívio e do amor que há em Cristo Jesus. Hoje residem mais de 30 pessoas na CNC.
Aos que desejam conhecer o trabalho da Missão Sal, é só acessar o site da instituição:

Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/missao-sal-realiza-trabalho-junto-prostitutas-travestis-drogados-cracolandia-32298.html


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bíblia em áudio para o projeto de evangelização no Sertão Nordestino

Para apoiar o projeto de evangelização no Sertão Nordestino a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) vai disponibilizar o Novo Testamento em áudio que faz parte do programa: "É Tempo de Ouvir a Palavra de Deus!" A Bíblia em áudio será muito importante nesse projeto já que boa parte da população do nordeste não é alfabetizada.

O projeto do pastor Jonathan Ferreira é implantar 10 mil igrejas evangélicas na região nos próximos dez anos. O projeto é ousado e para preparar as lideranças para esse crescimento está sendo organizado um Congresso Nacional de Evangelização do Serão Nordestino que vai abordar diversos temas importantes para fazer com que o Evangelho chegue a todos os moradores do Sertão.
O congresso vai acontecer em Juazeiro no Norte, Ceará, entre os dias 19 e 24 de março, interessados em participar podem encontrar mais informações no site do congresso que é o www.congressosertaonordestino.com.br. Para quem não sabe, 71% das cidades menos evangelizadas do Brasil estão no Sertão Nordestino, para mudar esse quadro é necessário que vários ministérios tenham interesse em vencer os obstáculos para pregar a Palavra de Deus naquele lugar.
Com a Bíblia em áudio da SBB ficará mais fácil disseminar a mensagem de Jesus, uma vez que uma Bíblia impressa não teria muita utilidade entre boa parte da população que não sabe ler. O áudio será a forma mais eficaz para evangelizar essas pessoas.
Mas a falta de alfabetização não é o único obstáculo que impede que os missionários locais consigam êxito em seus trabalhos. Há outros fatores que impedem a expansão de igrejas evangélicas em uma das áreas mais carentes do Brasil. Todos esses fatores serão abordados no evento assim como as possíveis soluções para que o Evangelho de Cristo seja pregado a todos.
Fonte: Gospel Prime com informações SBB

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Megadeath, famosa banda secular de rock pesado, afirma: “Nosso sucesso é abençoado por Deus”



O músico David Ellfson, baixista da banda Megadeath, um dos mais famosos grupos de rock pesado do mundo, expôs em recente entrevista vários aspectos sobre suas convicções religiosas e sobre sua fé. Ele, assim como Dave Mustaine, vocalista da banda, são declaradamente cristãos e têm aplicado parte de seu tempo ao estudo da Bíblia. Ellfson se mostra entusiasmado com as descobertas. “Aprenderei o que eu puder sobre a história da igreja e as descobertas de Martinho Lutero, da lei do Antigo Testamento e Novo Testamento ao evangelho de Cristo.”
Em entrevista ao “Raleigh Evangelical Examiner” sobre seus estudos, afirmou estar se divertindo com o aspecto educativo de sua jornada para se tornar pastor. Ellefson falou também de como a religião é vista pelos jovens atualmente e de seu papel nas mudanças da igreja. Disse ainda:" Acho que todos nós somos atraídos para a palavra de Deus, mas não temos certeza sobre a igreja de nossa juventude, como é antiquada e parece culturalmente irrelevante para nós. Então, minha esperança é que com uma descoberta moderna podemos aplicar a palavra de Deus mais universalmente para todos nós, mesmo nós do rock n’ roll!”.
O músico já vem manifestando há algum tempo sua intenção de se tornar pastor luterano. “Estudei muito nos últimos anos e faço muitos trabalhos dentro da igreja, mesmo quando estou na estrada. É algo que realizo por paixão. Quando o programa me foi oferecido pelo pastor, achei que seria uma grande oportunidade de tocar música e ainda desenvolver minha fé em oportunidades futuras a serviço de Deus”.
Sobre o sucesso do Megadeth e a resistência conflituosa que ainda existe em relação a um cristão que toca em uma banda Heavy Metal secular, David Ellfson afirmou que isso pode ser visto como um problema para outras pessoas. “Algumas pessoas podem ter objeção por eu fazer parte do mainstream. Mas essa é a vida que recebi de Deus”. O músico ainda afirma “O nosso sucesso é abençoado por Deus”.
O baixista falou também o quanto tem aprendido sobre a Bíblia com Dave Mustaine. “Eu aprendi um pouco com ele ao longo dos anos. Eu acho que o seu entendimento de Moisés é superior ao que o meu costumava ser”.
Quando perguntado se ele e o companheiro de banda, Dave Mustaine, que também é cristão, debatem sobre diferenças teológicas, ele afirmou: “Dave e eu nunca debatemos as escrituras, mas estudamos juntos. Dave é realmente muito bem versado na Bíblia e lê, especialmente, o Antigo Testamento”.
Ele ressaltou ainda a importância das diferenças de opiniões, que surgem nas conversas, para seu crescimento no estudo bíblico: “É justo que cada um de nós traga algo diferente para as nossas discussões. Eu acho que a beleza da escritura é irrefutável, se você realmente estudá-la como está escrito, e não tentar embaralhá-la para caber na sua vida”.
O músico rejeita o título de banda cristã mas fala da influência do cristianismo na produção artística do grupo: “Eu não vejo o Megadeth como uma banda cristã, mas sim uma banda que tem cristãos. Nós usamos conceitos das Escrituras nas nossas músicas por anos”.
Fonte: Gospel+
 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

"Desculpem pela forma como a Igreja trata vocês”.


Durante a Parada do Orgulho Gay em Chicago, um grupo de cristãos foi ao evento vestido com camisetas que tinham a frase “I’m Sorry” (Me desculpe, em inglês) e cartazes dizendo “Desculpem pela forma como a Igreja trata vocês”.
Um dos maniestantes do grupo cristão, Nathan, afirmou que recebeu um abraço de um rapaz que dançava só de cuecas, mas que parou, leu o recado nos cartazes e disse: “Obrigado”, segundo informações do site “Babado Certo”. A imagem do abraço percorreu o mundo através das redes sociais.
A postagem original, no site Imgur, uma espécie de rede social para imagens, recebeu mais de dois milhões de visualizações.
Nathan ressaltou que a atitude tomada por ele e seu grupo foi inspirada na compaixão de Jesus para com as pessoas:“Infelizmente, a maioria dos cristãos prefere julgar, em vez de procurar compreender. A maioria não vai nem saber se essa pessoa dançando de cueca tem um nome. No entanto, acho que Jesus também o abraçaria. Mais do que a aceitação, é a reconciliação. Falar sobre reconciliação é lembrar dos erros cometidos. É algo forte e transformador pois dois partidos contrários e que possuem todo direito de se odiar, se unem para o bem de todos”, refletiu o manifestante.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Conheça a “Capital Augusta”


Uma igreja sem templos e com uma liturgia nada tradicional avança em um território tomado por estabelecimentos que oferecem os mais variados tipos de serviços: desde bares e baladas até prostíbulos.
A Rua Augusta, em São Paulo, é reduto de manifestações culturais alternativas e locais que são freqüentados por pessoas que buscam prazer e diversão. Nesse ambiente incomum para uma igreja, porém terreno fértil para a pregação do evangelho, que a Igreja Capital Augusta surgiu. “A Rua Augusta já fazia parte das nossas vidas antes, a gente saía por aqui. Nada mais lógico do que fazer alguma coisa por aqui também. É uma rua como qualquer outra, só que é mais divertida. Então pensamos: por que não abrir esse esquema para mais pessoas? Fazer no vão do MASP é uma maneira prática de dizer que a igreja não é o lugar, não é o prédio, nem a rua, mas sim onde as pessoas estão”, explica Guilherme Menga, um dos fundadores da Capital, que às vezes utiliza o vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP) para fazer seus cultos.
Em outras oportunidades, a Igreja paga uma diária para uma boate, para poder usar o espaço e realizar a celebração. No dia que a reportagem da revista Void esteve no local, o pastor Junior Souza, professor de Teologia na Faculdade Metodista Livre de São Paulo, explicava aos presentes que a próxima reunião não seria na boate: “A grana do aluguel vai para a nossa amiga Ane e sua família. Ela está com câncer e iremos ajudá-la. Somos uma comunidade para isso também”, afirmou Souza. Os valores arrecadados pela igreja também são usados para auxiliar serviços sociais e missões ligadas ao cristianismo.
O público que frequenta a igreja é formado por jovens, em sua maioria, profissionais ligados à comunicação, que se vestem informalmente, e usam piercings, brincos e tatuagens. “Senhor, quero conhecer a tua glória e o teu poder”, canta o vocalista Sidney Silva, 31 anos, acompanhado por uma banda que comanda o momento de louvor, feito com canções próprias e com músicas do Ministério Vineyard.
Sidney, aliás, é um dos que possuem uma história mais antiga com igrejas: “Estou aqui desde o começo. A principal diferença para as outras é a liberdade de ser quem eu sou.  Não que as outras pelas quais eu passei tenham sido ruins, pelo contrário, me ensinaram muita coisa. Porém passaram muito mais o lance de ter que colocar uma máscara, de ter que ser meio fantoche e viver com um sorrisinho na cara, mais regrado, do tipo ‘lá fora eu posso ser quem eu sou, mas aqui dentro tenho que ser como eles querem’. E isso pesava um pouco, pois não fazia nenhum sentido. Ser livre é ser como eu sou, e Deus me aceita como eu sou, só que muitas igrejas pregam o contrário. E o legal da Capital é que aqui a gente consegue ser livre. Todo mundo é igual, seja pastor, músico ou membro. Isso é o bacana”
O slogan da igreja, “Proibido Pessoas Perfeitas”, retrata o espírito de sinceridade que os líderes da igreja pretendem transmitir a quem chega. “Comece a conversar com quem está ao seu lado, pergunte por que ele ou ela está aqui”, incentiva o pastor.
O trabalho da Igreja Capital Augusta é complementado durante a semana, onde os frequentadores se dividem em grupos menores, que se reúnem nos lares e conversam sobre o que ouviram nas mensagens, ou sobre dúvidas que tem a respeito da Bíblia.“Nessas reuniões, é o momento para sentar e conversar, ver se ficou alguma dúvida sobre os cultos. Vão sempre entre 10 e 15 pessoas e rola aquela preocupação em saber se o outro está bem, se está precisando de alguma coisa. É mais pessoal. A gente acredita em relacionamentos e é uma oportunidade que temos para exercer isso”, explica Guilherme Menga, que surpreende ao contar detalhes da forma como a igreja se organiza: “Não tem hierarquia ou cargos, a gente faz o que precisa ser feito, independente de quem você é. Está disposto? Então vai lá e faz. De vez em quando, dividimos as pregações e abrimos para mais gente, não é só o pastor que fala”.
A Capital ficou conhecida através das mídias sociais, que impulsionaram a igreja e fizeram atingir o público alvo. Um exemplo desse caso é Douglas Pimentel, 23 anos, frequentando a inusitada igreja há um ano e meio, depois de ter visto um vídeo da igreja: “Eu nasci no meio evangélico, meus pais iam direto na Assembléia de Deus. Eu comecei a frequentar até a hora que não deu mais. Bermuda era mal vista, não tinha como seguir lá. Aí com 15 anos eu montei uma banda e fiquei um bom tempo fora da igreja, embora nossa banda tivesse uma temática de oferecimento, de louvor. Ficamos assim até achar um lugar que a gente se identificasse, como a Capital. Aqui é livre, não rola preconceito”. Ele ressalta a liberdade cultural que é oferecida pela Igreja Capital Augusta: “Não é a questão do rock ou do samba, é uma questão cultural. A forma como você entende é a forma que você vai louvar, vai adorar. É por aí”.
Sobre o tema mais polêmico dentro de um ambiente com jovens cristãos, a Capital apresenta um discurso mais flexível. Sexo é tratado como um assunto que deve ser levado a sério, porém discutido abertamente. “Em primeiro lugar, a sexualidade não é o nosso foco, pois estamos interessados nas pessoas. Mas a Bíblia é cheia de recomendações e uma delas é a de que o sexo é uma expressão de nível de intimidade maior. Existem diversos níveis e o ideal é que eles ocorram dentro de uma aliança de compromisso, o casamento. Mas cara, no fim das contas, a escolha é sua. Todo mundo é aceito aqui, a gente vai respeitar a escolha de cada um. Quanto ao homossexualismo, a gente acha que o ideal é sempre entre um homem e uma mulher. Nós não somos uma igreja gay, mas também não somos uma igreja heterossexual. Não acreditamos que é doença, nem que é espírito, nem que é escolha. Todo mundo é bem-vindo aqui, e ninguém é perfeito, a começar por nós”, diz Guilherme Menga.
Como o público é feito de jovens e o assunto sexo sempre atrai outros temas, Menga também fala sobre bebidas, que são aceitas pela igreja, desde que não seja um vício: “A Bíblia fala claramente: não se embriague, não exagere. Conheça o seu limite, e cada um sabe qual é o seu. A gente sabe o que faz mal”, frisa Guilherme.
Fonte: Gospel+